sábado, 25 de junho de 2016

Retorno ao trabalho

Oi meus queridos!

Trabalhar fora é bom demais, traz independência, distrai a cabeça e não te deixa pra baixo na maioria das vezes. Mas é claro que também tem o outro lado da coisa, como não poder ficar em casa e cuidar de todos os afazeres direitinho, não ter tempo nem pra comer direito e por ai vai. 
Agora imagina isso com filhos, nada contra quem é mãe full time, eu adoraria ser também. Mas devido as condições eu preciso muito trabalhar.
Gosto muito de trabalhar fora, mas confesso que deixar minha princesa todos os dias é algo muito difícil depois de um longo período grudadinha nela 24 horas.

As mamães que trabalham fora tem direito ao período de Licença Maternidade, pela lei são 120 dias após o parto que você tem para poder cuidar do pequeno ou pequena nos primeiros meses de vida. Tem empresa que adere ao programa de empresa cidadã e acaba dando a mãe o direito de 180 dias (quem me dera se esse fosse meu caso). É um período de adaptação com a criança e nada mais justo do que você estar por perto, devido até a amamentação também.

Eu trabalhei até o momento que meu corpo não aguentava mais, ou seja, 15 dias antes do parto da Nicole. Como falei em outro post pra vocês, a minha gestação foi tranquila e sem nenhuma complicação, além das dores normais. Minha empresa foi bem legal comigo e minha chefe também, entendeu muito bem cada etapa da minha gravidez e evitava me deixar fazer algo de muito esforço. 
Confesso que gostaria de ter ido até o último dia, mas não consegui! Ok, cada um é cada um né?

Foi maravilhoso passar os 120 dias com minha princesinha, mas dia 31.05 foi o dia que retornei ao trabalho. Confesso que foi um processo bem doloroso e difícil, mas estava bem empolgada para retomar minha antigas funções e me sentir importante de novo (claro que eu já me sentia assim, mesmo estando em casa ... mas o ego é alto). 
O preparo para voltar a trabalhar começou umas semanas antes, minha vó se propôs a ficar com ela, pelo menos até ela completar uma ano. Estava com o coração bem apertado de deixar no berçário e foi um alívio quando ela disse que ficaria com a Nicole (pensa eu pulando de alegria, literalmente pulando). Toda vez que era possível eu deixava a Nicole com ela para poder resolver alguma coisinha na rua, coisa de duas a quatro horas, super difícil esse desapego, mas vamos lá né? Deu super certo, a Nicole adorava ficar com a bisavó e eu a cada vez que fazia isso ficava mais tranquila. Ela se acostumou bem e no meu primeiro dia de trabalho, tudo se ajeitou sozinho. 

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